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BC deve acelerar corte dos juros na reunião desta quarta, dizem economistas

Obrigações Tributárias

  • 17/Fevereiro/2020
  • INSS | Previdência Social.

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O Banco Central deve acelerar o corte na taxa básica de juros do país (a Selic) nesta quarta-feira (11), na primeira reunião de 2017, apostam analistas de mercado.

Nas duas últimas reuniões, o BC optou por um corte de 0,25 ponto. Numa pesquisa da agência de notícias Reuters, 38 de 42 economistas disseram esperar um corte de 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano.

Os outros três analistas ouvidos na pesquisa --incluindo o do maior banco privado do Brasil, Itaú Unibanco-- preveem um corte mais agressivo, de 0,75 ponto percentual, após dados recentes terem mostrado uma queda mais rápida da inflação e um crescimento mais lento da produção industrial.

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC deve ser divulgado no começo da noite, depois de uma reunião de dois dias.

Juros X Inflação
Os juros são usados pelo Banco Central para tentar controlar a inflação. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a caírem. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo. 

A meta é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto, ou seja, pode variar entre 3% e 6%.

Juros para o consumidor são mais altos
A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. Ela não representa exatamente os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos.

Segundo os últimos dados divulgados pelo BC, a taxa de juros do cheque especial subiu em novembro e atingiu 331% ao ano, e os juros do rotativo do cartão de crédito ficaram em 482% ao ano.

Fonte: economia.uol.com.br

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