Área do Cliente

Copom se reúne nesta quarta para definir taxa de juros; mercado prevê manutenção da Selic em 6,5%

Obrigações Tributárias

  • 26/Fevereiro/2020
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.

Indicadores Econômicos

Moedas - 24/02/2020 17:48:24
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Dólar Comercial
  • 4,388
  • 4,389
  • Dólar Paralelo
  • 4,360
  • 4,610
  • Dólar Turismo
  • 4,220
  • 4,570
  • Euro
  • 4,762
  • 4,765
  • Iene
  • 0,040
  • 0,040
  • Franco
  • 4,483
  • 4,486
  • Libra
  • 5,673
  • 5,676
  • Ouro
  • 232,000
  •  
Mensal - 03/12/2019
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • -0,05
  • 0,04
  • Ipc/Fipe
  • -
  • 0,16
  • Ipc/Fgv
  • -
  • -0,09
  • Igp-m/Fgv
  • -0,01
  • 0,68
  • Igp-di/Fgv
  • 0,50
  • 0,55
  • Selic
  • 0,46
  • 0,48
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reunirá nesta quarta-feira (20) para definir a taxa básica de juros, a Selic. A decisão será anunciada após as 18h.

A expectativa do mercado financeiro é que o Copom mantenha a Selic em 6,5% ao ano, taxa definida em março e mantida em maio.

A taxa é a menor da série histórica e chegou a este patamar após 12 cortes seguidos.

De acordo com o relatório Focus, divulgado nessa segunda (18) pelo Banco Central, a expectativa das instituições financeiras é que a taxa Selic permaneça em 6,5% até o fim do ano.

Como o BC define a Selic
A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%. O sistema prevê uma margem de tolerância, para mais e para menos. Por isso, a meta é considerada formalmente cumprida pelo Banco Central caso fique entre 3% e 6%.

Normalmente, quando a inflação está alta, o Copom eleva a Selic. Com o aumento da taxa, também sobem os juros cobrados pelos bancos, encarecendo o crédito para as famílias e empresas.

O objetivo da medida é frear o consumo e, consequentemente, a inflação. Por outro lado, isso pode desestimular a economia.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas pelo Conselho Monetário, o BC tende a reduzir os juros.

A taxa é mantida quando o Copom identifica o cenário como positivo, mas identifica riscos para o cumprimento da meta de inflação no futuro.

Turbulências
A reunião do Copom acontece em meio a um período de alta volatilidade dos mercados financeiros, o que tem impactado na cotação das moedas ao redor do mundo. Nesta terça-feira, o dólar fechou em alta, a R$ 3,73.

A turbulência nos mercados tem sido fortemente influenciada pelo cenário externo, com a intensificação da guerra comercial entre China e Estados Unidos e pelas expectativas em torno do aumento dos juros no país norte-americano. Nesse período, o real tem sofrido forte desvalorização.

Neste contexto, chegou-se a especular um aumento dos juros para conter a disparada do dólar. No entanto, o Banco Central tem reiterado que a política monetária é separada da política de câmbio e que a Selic não será usada para conter a desvalorização do real.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, tem afirmado que a definição da taxa de juros observa os efeitos secundários do choque externo. Isto é, o impacto do aumento do dólar nos preços domésticos e, consequentemente, no risco que isso representa para o cumprimento da meta de inflação.

Fonte: G1 Globo | 20/06/2018

Matriz
Rua São João, 22, Parte C - Centro
Boituva/SP - CEP: 18.550-000
(15) 3263-1798
Filial
Rua Professor Antonio Olegario Cardoso Filho, 147, Sala 04 - Jd. Professor Benoa
Santana de Parnaiba/SP - CEP: 06.502-045
(15) 3263-1798
padianiauditores@padianiauditores.com.br


Site desenvolvido pela TBrWeb

Este site atende aos padrões exigidos pela W3C
(Validar XHTML / Validar CSS)