Área do Cliente

Por que a desaceleração da economia global não deve ter impacto forte sobre o Brasil

Obrigações Tributárias

  • 26/Fevereiro/2020
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.

Indicadores Econômicos

Moedas - 24/02/2020 17:48:24
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Dólar Comercial
  • 4,388
  • 4,389
  • Dólar Paralelo
  • 4,360
  • 4,610
  • Dólar Turismo
  • 4,220
  • 4,570
  • Euro
  • 4,762
  • 4,765
  • Iene
  • 0,040
  • 0,040
  • Franco
  • 4,483
  • 4,486
  • Libra
  • 5,673
  • 5,676
  • Ouro
  • 232,000
  •  
Mensal - 03/12/2019
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • -0,05
  • 0,04
  • Ipc/Fipe
  • -
  • 0,16
  • Ipc/Fgv
  • -
  • -0,09
  • Igp-m/Fgv
  • -0,01
  • 0,68
  • Igp-di/Fgv
  • 0,50
  • 0,55
  • Selic
  • 0,46
  • 0,48
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

'Os fatores domésticos são muito mais importantes para o crescimento econômico do que a conjuntura internacional', diz economista da OCDE responsável pelas análises sobre o país.

A atual desaceleração da economia mundial não deve ter forte impacto no processo de retomada do crescimento no Brasil, já que o país, se fizer reformas, poderá crescer acima das previsões, na avaliação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

"No caso do Brasil, os fatores domésticos são muito mais importantes para o crescimento econômico do que a conjuntura internacional", disse à BBC News Brasil Jens Arnold, economista da OCDE responsável pelas análises sobre o Brasil.


"O Brasil precisa fazer reformas. O país não está crescendo de acordo com o seu potencial", destaca o economista, citando como reforma prioritária a da Previdência, para garantir a sustentabilidade das contas públicas.

Nos cálculos da OCDE, a economia brasileira poderia crescer, em média, 1,4 ponto percentual a mais se reformas estruturais forem feitas. Entre outras medidas que podem aumentar o potencial de crescimento do Brasil, na avaliação da OCDE, estão a fiscal e ações que permitam o aumento da produtividade industrial e maior abertura comercial.

"Se houver um choque de reformas, os benefícios para a economia brasileira serão muito importantes", diz ele.

Segundo nota divulgada pela organização na segunda-feira, as principais economias mundiais mostram sinais de desaceleração. A OCDE já havia alertado, no final do ano passado, que os países precisam se preparar para "tempos mais difíceis".


Como a participação do Brasil no comércio internacional é baixa, a desaceleração da economia mundial e o clima atual de tensões protecionistas - sobretudo entre Estados Unidos e China, principais parceiros do Brasil - não devem ter impacto significativo no crescimento do PIB brasileiro, na avaliação de Arnold.

"Os principais problemas e desafios do Brasil são de natureza doméstica", afirma o economista. "O que ocorrerá em relação à formulação das políticas econômicas internas será muito mais importante para o país do que o cenário internacional."

No entanto, o crescimento mais lento da economia mundial pode afetar os fluxos de capital internacional investidos no Brasil, diz ele.

Implementação de reformas
Segundo Arnold, a euforia nos mercados no Brasil, com a bolsa batendo recordes nos últimos dias, tem ocorrido porque agora há o sentimento, por parte dos investidores, de que a implementação das reformas vai avançar em ritmo mais rápido.

Em seu último relatório com previsões para a economia mundial, divulgado em novembro, a OCDE diz que a fragmentação política no Brasil, em razão do grande número de partidos, poderia dificultar a aprovação das reformas.

Neste documento, a OCDE estimou que o PIB brasileiro irá crescer 2,1% em 2019. O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, projeta alta de 2,57% do PIB em 2019.

"Temos de ver quantas das intenções (do novo governo) vão ser de fato implementadas", afirma o economista.

O próximo estudo da OCDE com previsões para a economia mundial será divulgado em abril. Segundo Arnold, as projeções apontam "uma aceleração gradual do crescimento do PIB brasileiro neste ano, supondo avanços na agenda de reformas."

fonte: https://www.terra.com.br |18/01/2019

Matriz
Rua São João, 22, Parte C - Centro
Boituva/SP - CEP: 18.550-000
(15) 3263-1798
Filial
Rua Professor Antonio Olegario Cardoso Filho, 147, Sala 04 - Jd. Professor Benoa
Santana de Parnaiba/SP - CEP: 06.502-045
(15) 3263-1798
padianiauditores@padianiauditores.com.br


Site desenvolvido pela TBrWeb

Este site atende aos padrões exigidos pela W3C
(Validar XHTML / Validar CSS)