Área do Cliente

Brasil tem o custo de crédito mais caro em um ranking com 63 países

Obrigações Tributárias

  • 20/Fevereiro/2020
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
  • Cofins/CSL/PIS-Pasep | Retenção na Fonte.
  • COFINS/PIS-Pasep | Entidades financeiras.
  • INSS | Previdência Social.
  • EFD - Contribuintes do IPI | Distrito Federal.
  • IRPJ/CSL/PIS/COFINS | Incorporações imobiliárias | Regime Especial de Tributação – PMCMV.
  • IRPJ/CSL/PIS/COFINS | Incorporações imobiliárias | Regime Especial de Tributação - RET.
  • Simples Nacional.

Indicadores Econômicos

Moedas - 17/02/2020 17:45:40
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Dólar Comercial
  • 4,328
  • 4,329
  • Dólar Paralelo
  • 4,270
  • 4,540
  • Dólar Turismo
  • 4,130
  • 4,470
  • Euro
  • 4,662
  • 4,662
  • Iene
  • 0,039
  • 0,039
  • Franco
  • 4,377
  • 4,378
  • Libra
  • 5,597
  • 5,599
  • Ouro
  • 219,410
  •  
Mensal - 03/12/2019
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • -0,05
  • 0,04
  • Ipc/Fipe
  • -
  • 0,16
  • Ipc/Fgv
  • -
  • -0,09
  • Igp-m/Fgv
  • -0,01
  • 0,68
  • Igp-di/Fgv
  • 0,50
  • 0,55
  • Selic
  • 0,46
  • 0,48
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

Um estudo com 63 países divulgado nesta terça-feira (28) aponta que o Brasil tem o pior custo de crédito entre eles - ou seja, é o país mais caro para empresas que precisam de dinheiro emprestado. O dado faz parte do Anuário de Competitividade Mundial, elaborado pela escola suíça IMD.

No ranking que avalia o spread da taxa de juros, o Brasil ficou na última colocação. Spread é a diferença entre os juros que os bancos pagam para tomar dinheiro emprestado e o que cobram para emprestar. Segundo o levantamento, no Brasil essa diferença é de 32%, em média - bem acima da média dos outros países pesquisados, de 3,8%.

O levantamento avalia anualmente as condições de competitividade das economias dos países. Em 2019, o Brasil ganhou 1 posição, puxado pelo aumento dos investimentos estrangeiros - de US$ 70 bilhões em 2017 para US$ 88 bilhões em 2018. No entanto, o país ainda permanece bem abaixo na tabela, com o 59º lugar entre os 63 países. O país perde apenas da Croácia, Argentina, Mongólia e Venezuela.

Além do custo alto do crédito, outros fatores seguem puxando a colocação do Brasil para baixo, segundo os responsáveis pelo estudo. Muitos deles têm a ver com o relacionamento do setor público com o setor privado. Ainda considerando os 63 países, o Brasil ficou com a 62ª posição nas listas que avaliam compliance dos contratos públicos, burocracia, equidade de oportunidades e balanço das contas governamentais.

"Em termos de América Latina, Brasil e Argentina ficaram entre os cinco últimos do ranking, enquanto o país mais bem classificado desta região, o Chile, sofreu a maior queda neste ano, da 7ª para a 42ª posição", comentou em nota Arturo Bris, diretor do estudo.

"O alto nível de desemprego puxa para baixo os indicadores de desenvolvimento econômico”, disse Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, que participou da pesquisa, e coordenador do estudo no Brasil.

"O fator crítico para a competitividade nacional continua sendo a baixa eficiência do governo, (com o Brasil na 62ª posição), pois todos os seus subfatores - finanças públicas, política fiscal, estrutura institucional, legislação de negócios e estrutura social - se mantiveram relativamente estagnados desde 2017", complementou Arruda.

Fonte: G1 Globo | 28/05/2019

Matriz
Rua São João, 22, Parte C - Centro
Boituva/SP - CEP: 18.550-000
(15) 3263-1798
Filial
Rua Professor Antonio Olegario Cardoso Filho, 147, Sala 04 - Jd. Professor Benoa
Santana de Parnaiba/SP - CEP: 06.502-045
(15) 3263-1798
padianiauditores@padianiauditores.com.br


Site desenvolvido pela TBrWeb

Este site atende aos padrões exigidos pela W3C
(Validar XHTML / Validar CSS)