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As diferenças entre um contador atual e um contador preparado para o futuro

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Quais são as diferenças pontuais entre o contador do passado e o contador do futuro? Quão distante está o contador do presente em relação a ambos? Sem dúvidas, estas são perguntas que exigem pesquisa, análise e prognóstico, embora a essência da Contabilidade esteja intacta.

Decerto não é segredo algum para você que a contabilidade é uma prática secular. Antes mesmo de ser encarada como um método, o que só veio a ocorrer no Século XV, quando o matemático italiano Frei Francisco Luca Pacioli, o “Pai da Contabilidade”, criou o método das partidas dobradas.

Contudo, desde o uso da contabilidade por parte dos comerciantes para registrar suas movimentações à aplicabilidade na sociedade moderna, a função sempre foi, essencialmente, promover o controle dos ativos financeiros.

Sendo assim, o que mudou no perfil do contador afinal? Para entendermos melhor as diferenças, analisemos, neste conteúdo, as principais características e atribuições do contador do passado (não obstante), do presente e do futuro. Acompanhe!

O ofício do contador do passado

No início da contabilidade no Brasil, em meados de 1900, até as primeiras décadas, o exercício da profissão era baseado na guarda dos livros. Na medida em que a contabilidade teve a sua importância reconhecida, o contador começou a lidar com mais registros, fichas, livros, sistemas computacionais e papelada.

Com a chegada dos primeiros microcomputadores e, posteriormente, dos sistemas de gestão, a contabilidade teve a sua primeira grande evolução no mercado. O contador dessa geração passou a usufruir de instrumentos que aumentaram a sua eficiência e deram agilidade aos processos internos.

Todavia, a enorme quantidade de papéis e arquivos permaneceu como grande característica dos departamentos contábeis. Essa realidade só começou a mudar recentemente — o que muito se deve à implementação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital).

O perfil do contador na atualidade

Hoje a Contabilidade vive um período de transição numa escala até então jamais vista. Com advento da transformação digital e da evolução tecnológica exacerbadamente acelerada, grande parte dos contadores, remanescentes da Contabilidade tradicional, estão tendo de aprender a lidar com as mudanças.

Por exemplo, um profissional que formou-se em Ciências Contábeis no fim da década de 90, com aproximadamente 20 anos de carreira na área, viu a expansão do ambiente informatizado e a sua substituição pelo digital.

Os contadores em início de carreira, já adaptados aos recursos tecnológicos, já chega ao mercado quase adaptado aos sistemas contábeis. A ênfase no “quase” se dá pelo fato de que os próprios órgãos que regulam a Contabilidade no país estão em processo de modernização.

Logo, se por um lado o contador do presente lida com menos papelada e passa mais tempo em frente a tela, por outro, todos seguem se adaptando. Em meio a isso, quem está mais próximo de ser o contador do futuro? Resposta: aqueles que observam de perto as tendências tecnológicas no setor.

A tendência do contador do futuro

Você já parou para pensar no quanto o papel vem sendo substituído por elementos intangíveis (digitais)? Se até pouco tempo nos limitávamos a cartas, livros e registros no papel, hoje estamos acostumados a emails, ebooks e anotações em aplicativos.

Um dos próximos itens que fazem parte dessa “agenda” é a moeda — o que já é uma realidade não consolidada. Exemplo disso são pessoas que se enriqueceram da noite para o dia, tudo porque compraram Bitcoin quando a moeda digital valia poucos centavos.

São justamente as criptomoedas e o desenvolvimento do blockchain, tecnologia que dá o suporte a elas, que ditarão o perfil do futuro contador. Ou seja, o profissional de sucesso será representado por especialistas em Contabilidade com alto conhecimento em TI.

Evidentemente, o tempo para que isso venha a acontecer é uma incógnita. De qualquer forma, é perceptível o enorme contraste entre o contador do passado e o contador do futuro, o que nada mais é que a evolução natural da Contabilidade.

Fonte: Jornal Contábil - 28/10/2019

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