Área do Cliente

Dólar fecha em alta após divulgação que EUA estão saindo da crise

Obrigações Tributárias

  • 11/Agosto/2020 – 3ª feira.
  • ICMS/REDF | Registro Eletrônico de Documento Fiscal (REDF).

Indicadores Econômicos

Moedas - 11/08/2020 17:55:41
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Dólar Comercial
  • 5,388
  • 5,389
  • Dólar Paralelo
  • 5,090
  • 5,670
  • Dólar Turismo
  • 5,380
  • 5,710
  • Euro
  • 6,323
  • 6,327
  • Iene
  • 0,051
  • 0,051
  • Franco
  • 5,874
  • 5,878
  • Libra
  • 7,030
  • 7,033
  • Ouro
  • 333,520
  •  
Mensal - 05/08/2020
  • Índices
  • Mai/20
  • Abr/20
  • Inpc/Ibge
  • -0,25
  • -0,23
  • Ipc/Fipe
  • -0,24
  • -0,30
  • Ipc/Fgv
  • -0,54
  • -0,18
  • Igp-m/Fgv
  • 0,28
  • 0,80
  • Igp-di/Fgv
  • 1,07
  • 0,05
  • Selic
  • 0,24
  • 0,28
  • Poupança
  • 0,05
  • 0,05
  • TJLP
  • 4,94
  • 4,94
  • TR
  • -
  • -

O dólar fechou em nova e firme valorização nesta terça-feira, retomando o patamar de R$ 5,23, em dia de fortalecimento global da divisa norte-americana após dados turbinarem expectativas de que os Estados Unidos estão deixando o pior da crise econômica do coronavírus, o que endossou o status do dólar como porto seguro.

Inicialmente, os números positivos do varejo nos EUA elevaram o apetite por risco nos mercados de câmbio, mas a combinação deles com declarações ainda cautelosas do chair do FED (Banco Central dos Estados Unidos unidos), Jerome Powell, acabou aumentando a demanda pela segurança da moeda dos EUA.

Powell disse que o FED não vê como atrativa a ferramenta de juros negativos, que não há decisão sobre controle da curva de Treasuries e que o banco central vai desacelerar as recém-anunciadas compras de títulos corporativos individuais caso o funcionamento do mercado melhore.

Todos esses motivos haviam sido citados recentemente como fatores de queda do dólar nos mercados internacionais.

O dólar também se apreciou na esteira de notícias de que Pequim e províncias da China impuseram restrições de viagem devido a aumento de casos de coronavírus, o que provocou temor de uma segunda onda de infecções.

No Brasil, a valorização da divisa foi respaldada ainda pelo clima de incerteza do lado político, que na visão do mercado atrapalha a retomada dos debates sobre reformas econômicas. O tombo pior que o esperado nas vendas do varejo brasileiro em abril tampouco ajudou.

O dólar à vista subiu 1,76% e fechou a R$ 5,2324 na venda.

Na B3, o dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 1,65%, a R$ 5,2456, às 17h28.

O mercado já devolveu parte do recente rali no exterior, enquanto aqui o dólar se afasta mais das mínimas abaixo de R$ 5 atingidas no começo de junho.

Enquanto aumentam temores sobre impactos negativos de tanta oscilação na taxa de câmbio no Brasil sobre a esperada recuperação, analistas adotam cada vez mais cautela sobre o recente otimismo nos mercados externos.

“Ainda vejo desafios pela frente e uma recuperação muito heterogênea da economia, uma vez passados esses efeitos iniciais. O mercado tem sim motivos para celebrar, mas precisamos sempre medir o que já está no preço em cada momento do tempo”, disse Dan Kawa, sócio da TAG Investimentos.

O chair do FED voltará a falar na quarta-feira (17), enquanto no Brasil as atenções estarão voltadas para a decisão de política monetária do Banco Central. Há especulações de que o BC pode deixar a porta aberta para novos cortes da Selic diante das fracas leituras de inflação e do colapso da economia.

O real perde 23,31% no ano, pior desempenho global. A queda dos juros é citada como elemento que pressionou o câmbio nos últimos tempos, já que reduziu a taxa paga por títulos de renda fixa e colocou o Brasil em desvantagem em relação a outros emergentes com juros básicos mais elevados.

Retirado de: jornalcontabil.com.br | 17/06/2020.

Matriz
Rua São João, 22, Parte C - Centro
Boituva/SP - CEP: 18.550-079
(15) 3263-1798
padianiauditores@padianiauditores.com.br


Site desenvolvido pela TBrWeb

Este site atende aos padrões exigidos pela W3C
(Validar XHTML / Validar CSS)